Guarda teu toque,
Que meu toque se fez escasso,
Mas não desista de mim.
Não dê nem mais um passo.
Use uma chave de prata
Para arrancar-me de seu peito.
E escolha uma de ouro
Para não me fazer desfeito.
Quando tiver lapidado
As coxas, os olhos de mágoa,
Flagre-se sobre a areia
Tocando os lábios n’água.
Quando eu negar-lhe um beijo,
Arranhe a pele calada.
Largue os livros sobre o chão
E mantenha a fome trancada.
Enquanto me cultua,
Guarda-me em demasia.
Eu escarneço de sua carência
E finjo tudo como ia.
Autora: Anna Lucena
11 comentários:
Depois eu coloca uma foto...
Depois eu coloco uma foto...
sim senhora.
;]
lekal sua poesia =]
lekal sua poesia =]
caramba.
agora que eu parei pra entender o poema.
super sadô masô.
O.O"
^^"
*:
Não... super desprezo
ah sim...
foi mal.
mas pode ser um poema com várias sentidos, dependendo da expereiência do leitor.
isso te lembra alguma coisa?
:P
hahahahaha
Come on! Come on! Come on! Come on!
êêê, Karashima
hahahahha
Bom, tem razão... peraí... Clá! Sua safadinha!
hahaha
Bom, na minha visão de autora e inocente eu acho que é sobre desprezo, mas como é uma poesia, pode ter o sentido que você quiser.
isso isso!
:P
sagysgyagsyagss
Eu sei, eu sei, estou atrasada...
Realmente, poesia tem vários sentidos e quase nunca as pessoas entendem o que o autor quis dizer, mas...daí para a Anna tornar-se inocente, sei não.(Brincadeira, mana)
Fico com as duas perspectivas...
sagysgyagsyagss
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