No pulsar de um relógio ao mesmo tempo visceral e universal,
sentimos a sede pelo que chega.
Cansados de nossa própria carcaça,
juntamos força para digerirmos a nós mesmos antes da meia-noite.
O líquido para ajudar a descer e nada sobrar.
Que fique apenas o que precisamos nos tornar.
Anna Lucena

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